A sós.
Será mesmo que Justin estava acreditando que eu era sua namorada? Realmente ele perdeu a memória.. Meu Deus! Por mais que seja tudo mentira, que eu tenha machucado o menino que amo e tudo mais, está sendo a melhor experiência que já passei na minha vida. Simplesmente sem palavras.
Abri a porta do carro e antes mesmo de entrar pedi licença, Pattie olhou pra trás e sorriu tentando não demonstrar o desespero... Mas seus olhos gritavam!
- Fiquei a vontade querida!
- Obrigada!
Entrei no carro e fiquei sentada bem na beira do banco olhando pro vidro, quando sinto a mão do Justin na minha perna. Olhei rápido pra ele e mais uma vez ele estava sorrindo pra mim. Ele olhava nos meus olhos e eu olhava nos dele, nossas bocas estavam a ponto de se tocarem e lembrei que no carro existe retrovisor e era a mãe dele quem estava dirigindo. Ela ainda não sabia da mentira que eu inventei a pouco tempo e com isso, poderia me achar interesseira, uma vagabundinha como outra qualquer.
Olhei para o lado da janela e comecei a sentir a respiração de Justin no meu pescoço. Eu estava entrando em desespero, não sabia o que fazia... Eu queria tudo aquilo, realmente queria, mas não poderia passar uma imagem ruim para Pattie.
- Você é tão linda... - Justin sussurrou ao meu ouvido.
Senti meu corpo se arrepiar todo e o loirinho percebeu. Pegou na minha mão e com a outra puxou meu queixo pra olhar pra ele. O que será que Pattie estava pensando de nós naquele momento? E mais uma vez quase nos beijando, a minha 'sorte' naquele momento, foi que Pattie parou o carro.
- Chegamos!
Abri a porta e desci do carro. Olhei para um lado da rua, olhei para o outro e vi minha casa! Agradeci e fui embora sem ao menos me despedir de Justin, enquanto o mesmo ficou lá parado me olhando entrar em casa. Acredito eu, que estava esperando um beijo ou qualquer coisa assim! Só espero que ele não comente nada com a mãe dele sobre o nosso 'namoro'.
Entrei em casa e minha mãe estava na sala assistindo a Tv. Subi direto pro meu quarto e ela veio atrás toda curiosa querendo saber por qual motivo eu saí da escola mais cedo. Expliquei tudo pra ela e minha mãe, assim como Pattie, entrou em desespero. Desceu correndo as escadas e saiu pela porta.
Fiquei a olhando pela janela e a vi tocando a campainha na casa da vizinha. Quando de repente, a porta abre e sai Pattie. Meu Deus, agora tudo fazia sentido... Eles são meus vizinhos agora! Por isso vieram em casa ontem. Nossa como eu sou lerda, porque não pensei nisso antes?
Vi também parar um carro na qual desceu um cara todo de branco, sem nenhuma dúvida, era o médico. Minha mãe e o médico entraram e Pattie fechou a porta. Não vou mentir, a melhor coisa a ser feita da minha parte era ir ver como o Justin está, ficar lá com ele, fazer companhia e tudo mais... Mas meu medo era maior, medo da mãe dele estar me odiando, medo de quando ele voltar a memória, ele mesmo estar me odiando. E acredito que isso vai acontecer a qualquer momento.
Minha mãe chegou em casa e bateu na porta do meu quarto. Abri e sentei na minha cama mexendo no celular...
- Como que ele ta?
- Ta bem melhor, graças a Deus!
- A Pattie está brava comigo? - Perguntei olhando pra ela.
- Claro que não, ela sabe que não foi sua intenção derrubar ele da escada...
- Eu não derrubei mãe, ele que... - Ela me interrompeu.
- Eu sei filha, calma.. Não precisa ficar assim! Ele está bem, ela sabe que a culpa não foi sua.
Coloquei o celular do lado e fui na janela observar a casa de Justin.
- Filha, posso te pedir um favor?
- Pode mãe.. - Cabisbaixo.
- Hoje eu, Pattie e seu pai vamos precisar sair a noite, a trabalho. E Você e Justin não poderão ir... E como vão ficar sozinhos, ele não está bem e Pattie confia muito em você, por mais que seja tão pouco tempo que tenhamos amizade assim.
- Enfim mãe... direto ao ponto, por favor!
- Vou precisar que você fique na casa do Justin com ele.
- Oi?? - Olhei assustada para ela.
- Isso mesmo.. Por favor!
- Ah mãe... Não tem como eu ficar na casa de um estranho assim.
- Não é estranho filha, é o Justin... Por favor, é realmente muito importante!
- Eu vou deixar a chave de casa com você, se quiserem vir aqui pegar alguma coisa, fiquem a vontade!
- Não posso ficar eu aqui e ele lá?
- Não (SN), entenda... É importante e vou precisar que você cuide dele! Ele perdeu a memória e nada teria acontecido se não fosse por você! Ta todo mundo contando com você....
- Ta bom mãe... ta bom!
- Mas antes de mais nada....
- Ai, o que foi agora?
- Queria dizer que vocês vão ficar sozinhos, e eu queria poder confiar em você... Eu sei melhor que ninguém que você ama ele.
- Que história é essa mãe? Quem ama quem? Meu Deus, não delira... - Voltei a olhar para a janela.
- (SN), sou sua mãe.. Eu te conheço! A mãe sempre sabe quando a filha está apaixonada. Não precisa mentir pra mim....
- Ah, só não queria que ninguém soubesse....
- Eu entendo, já passei pela sua idade, se esqueceu? Enfim... Só quero pedir pra que você tenha juízo porque confio em você e sei que posso.
- Ok mãe, fica tranquila.. Juízo em mim não falta!
- É, espero mesmo! - Disse rindo. - Bom, então é isso... Obrigada viu? Te amo!
- Ai, ta mãe.. para de melação!
- To indo arrumar minhas malas e as de seu pai.
E saiu. Puxei a poltrona que tinha no meu quarto pra varanda e fiquei fitando a rua e pensando comigo mesma. E nossa, eu vou passar uma noite inteira com o Justin, não me esquecendo que ele ainda está achando que eu sou a namorada dele. Meu Deus, o que eu faço? Não posso negar que estou amando, mas um pouco de medo sempre aparece.
[...]
Eram 19h51 e o vôo deles sairia as 20h30. Confesso que eu estava nervosa, mas um pouco ansiosa também! Se despediram, meus pais e Pattie deram seu discurso e foram embora. Fiquei sentada no sofá da sala assistindo filme e Justin sentado do meu lado.
- Quer comer alguma coisa?
- Não, estou bem... Obrigada!
- Ah, então vem comigo fazer pipoca.
- Ok.
Levantei e fui seguindo ele até a cozinha. Ele pegava as coisas e eu preparava a tal pipoca.
- Sabe uma coisa que eu aprendi a fazer com a minha mãe, uma receita do Brasil, de quando ela morava lá?
- O que?
- Brigadeiro.
- Ah, jura que tu sabe fazer??
- Sim... - Sorrindo.
- Então você vai fazer. Quais ingredientes precisa pra fazer brigadeiro?
- Margarina, leite condensado e nescau.
- Ok. Minha namorada é perfeita... Meu Deus!
Eu estava virada para o fogão mexendo na panela de pipoca, quando senti o corpo do Justin colando no meu. Sim, Justin tinha me abraçado! Ele apoiou seu queixo no meu ombro e ficou ali me olhando movimentar aquela panela.
- Eu te amo.
Meu corpo automaticamente gelou por inteiro, meu coração batia cada vez mais forte, minhas mãos soavam tanto que quase pingavam. Nunca senti isso antes! Meu Deus, o que está acontecendo comigo? Estou fora de mim. A minha vontade era virar de frente pra ele e dar um beijo, daqueles na qual eu queria a 3 anos!
- Repete, por favor?
- Eu te amo. - Deu uma pausa - Muito!!!
Eu não conseguia mover aquela panela. Desliguei o fogo e me virei de frente pra ele exatamente do jeito que eu queria. Ele me pegou no colo e me colou em cima da bancada da cozinha olhando nos meus olhos, sem desviar um minuto sequer. E completei...
- Eu também te amo muito! - Disse meio insegura. Afinal, ele tinha perdido a memória... Com certeza estava falando sem pensar.
Justin foi se aproximando cada vez mais de mim, seus olhos sempre fixados nos meus, sua boca a cada segundo mais perto, quando o vi fechando os olhos. Pronto, se a minha intenção era desistir daquele beijo para não criar esperança, era tarde demais.
Fechei meus olhos e senti os lábios de Justin roçando os meus. Logo Justin pediu passagem com a sua língua para um beijo de verdade, e eu sem exitar, o liberei. Ele me beijava calmo, com vontade e enquanto o beijo esquentava cada vez mais, Justin passava a mão da minha cintura até minha nuca.
O arrepio mais uma vez, tomou conta de mim. Ninguém nunca ensinou para esse garoto que não pode pegar na nuca de uma mulher? Uma das mãos de Justin massageava a minha coxa a apertando cada vez mais forte, enquanto a outra apertava meus cabelos me deixando ainda mais louca por ele.
Já havia beijado outros garotos, mas esse beijo com certeza foi o melhor de toda a minha vida. Ele sabe como cuidar de uma mulher, aliás, ele sabe como enlouquecer uma mulher!
Dei um leve empurrãozinho em seu peito e desci da bancada ainda o beijando, e o clima estava cada vez mais quente, eu não aguentava tudo aquilo. Parei o beijo e fiquei olhando fixo pra ele, foi quando ele soltou aquele sorriso encantador dele.
- Que horas são?
Olhei para o relógio e respondi.
- 21h45.
- Quinze para as dez? hmmm, vem cá.
Me pegou pela mão e começou a me puxar. Subiu as escadas e eu, completamente sem entender nada...
- Onde vamos?
- Você vai ver...
- Mas e as coisas? Tenho que terminar de fazer a pipoca e o brigadeiro pra você!
- Deixa isso pra lá... - Antes de terminar a frase, entramos no quarto dele e ele fechou a porta. - Agora é só nós dois!
Lembrei do que minha mãe havia me falado, sobre ter juízo e etc, mas Justin me olhou com uma cara de safado e veio pra cima de mim igual a um leão. Eu teria que ser forte, mas se passasse do meu limite, eu não aguentaria.
- Fiquei a vontade querida!
- Obrigada!
Entrei no carro e fiquei sentada bem na beira do banco olhando pro vidro, quando sinto a mão do Justin na minha perna. Olhei rápido pra ele e mais uma vez ele estava sorrindo pra mim. Ele olhava nos meus olhos e eu olhava nos dele, nossas bocas estavam a ponto de se tocarem e lembrei que no carro existe retrovisor e era a mãe dele quem estava dirigindo. Ela ainda não sabia da mentira que eu inventei a pouco tempo e com isso, poderia me achar interesseira, uma vagabundinha como outra qualquer.
Olhei para o lado da janela e comecei a sentir a respiração de Justin no meu pescoço. Eu estava entrando em desespero, não sabia o que fazia... Eu queria tudo aquilo, realmente queria, mas não poderia passar uma imagem ruim para Pattie.
- Você é tão linda... - Justin sussurrou ao meu ouvido.
Senti meu corpo se arrepiar todo e o loirinho percebeu. Pegou na minha mão e com a outra puxou meu queixo pra olhar pra ele. O que será que Pattie estava pensando de nós naquele momento? E mais uma vez quase nos beijando, a minha 'sorte' naquele momento, foi que Pattie parou o carro.
- Chegamos!
Abri a porta e desci do carro. Olhei para um lado da rua, olhei para o outro e vi minha casa! Agradeci e fui embora sem ao menos me despedir de Justin, enquanto o mesmo ficou lá parado me olhando entrar em casa. Acredito eu, que estava esperando um beijo ou qualquer coisa assim! Só espero que ele não comente nada com a mãe dele sobre o nosso 'namoro'.
Entrei em casa e minha mãe estava na sala assistindo a Tv. Subi direto pro meu quarto e ela veio atrás toda curiosa querendo saber por qual motivo eu saí da escola mais cedo. Expliquei tudo pra ela e minha mãe, assim como Pattie, entrou em desespero. Desceu correndo as escadas e saiu pela porta.
Fiquei a olhando pela janela e a vi tocando a campainha na casa da vizinha. Quando de repente, a porta abre e sai Pattie. Meu Deus, agora tudo fazia sentido... Eles são meus vizinhos agora! Por isso vieram em casa ontem. Nossa como eu sou lerda, porque não pensei nisso antes?
Vi também parar um carro na qual desceu um cara todo de branco, sem nenhuma dúvida, era o médico. Minha mãe e o médico entraram e Pattie fechou a porta. Não vou mentir, a melhor coisa a ser feita da minha parte era ir ver como o Justin está, ficar lá com ele, fazer companhia e tudo mais... Mas meu medo era maior, medo da mãe dele estar me odiando, medo de quando ele voltar a memória, ele mesmo estar me odiando. E acredito que isso vai acontecer a qualquer momento.
Minha mãe chegou em casa e bateu na porta do meu quarto. Abri e sentei na minha cama mexendo no celular...
- Como que ele ta?
- Ta bem melhor, graças a Deus!
- A Pattie está brava comigo? - Perguntei olhando pra ela.
- Claro que não, ela sabe que não foi sua intenção derrubar ele da escada...
- Eu não derrubei mãe, ele que... - Ela me interrompeu.
- Eu sei filha, calma.. Não precisa ficar assim! Ele está bem, ela sabe que a culpa não foi sua.
Coloquei o celular do lado e fui na janela observar a casa de Justin.
- Filha, posso te pedir um favor?
- Pode mãe.. - Cabisbaixo.
- Hoje eu, Pattie e seu pai vamos precisar sair a noite, a trabalho. E Você e Justin não poderão ir... E como vão ficar sozinhos, ele não está bem e Pattie confia muito em você, por mais que seja tão pouco tempo que tenhamos amizade assim.
- Enfim mãe... direto ao ponto, por favor!
- Vou precisar que você fique na casa do Justin com ele.
- Oi?? - Olhei assustada para ela.
- Isso mesmo.. Por favor!
- Ah mãe... Não tem como eu ficar na casa de um estranho assim.
- Não é estranho filha, é o Justin... Por favor, é realmente muito importante!
- Eu vou deixar a chave de casa com você, se quiserem vir aqui pegar alguma coisa, fiquem a vontade!
- Não posso ficar eu aqui e ele lá?
- Não (SN), entenda... É importante e vou precisar que você cuide dele! Ele perdeu a memória e nada teria acontecido se não fosse por você! Ta todo mundo contando com você....
- Ta bom mãe... ta bom!
- Mas antes de mais nada....
- Ai, o que foi agora?
- Queria dizer que vocês vão ficar sozinhos, e eu queria poder confiar em você... Eu sei melhor que ninguém que você ama ele.
- Que história é essa mãe? Quem ama quem? Meu Deus, não delira... - Voltei a olhar para a janela.
- (SN), sou sua mãe.. Eu te conheço! A mãe sempre sabe quando a filha está apaixonada. Não precisa mentir pra mim....
- Ah, só não queria que ninguém soubesse....
- Eu entendo, já passei pela sua idade, se esqueceu? Enfim... Só quero pedir pra que você tenha juízo porque confio em você e sei que posso.
- Ok mãe, fica tranquila.. Juízo em mim não falta!
- É, espero mesmo! - Disse rindo. - Bom, então é isso... Obrigada viu? Te amo!
- Ai, ta mãe.. para de melação!
- To indo arrumar minhas malas e as de seu pai.
E saiu. Puxei a poltrona que tinha no meu quarto pra varanda e fiquei fitando a rua e pensando comigo mesma. E nossa, eu vou passar uma noite inteira com o Justin, não me esquecendo que ele ainda está achando que eu sou a namorada dele. Meu Deus, o que eu faço? Não posso negar que estou amando, mas um pouco de medo sempre aparece.
[...]
Eram 19h51 e o vôo deles sairia as 20h30. Confesso que eu estava nervosa, mas um pouco ansiosa também! Se despediram, meus pais e Pattie deram seu discurso e foram embora. Fiquei sentada no sofá da sala assistindo filme e Justin sentado do meu lado.
- Quer comer alguma coisa?
- Não, estou bem... Obrigada!
- Ah, então vem comigo fazer pipoca.
- Ok.
Levantei e fui seguindo ele até a cozinha. Ele pegava as coisas e eu preparava a tal pipoca.
- Sabe uma coisa que eu aprendi a fazer com a minha mãe, uma receita do Brasil, de quando ela morava lá?
- O que?
- Brigadeiro.
- Ah, jura que tu sabe fazer??
- Sim... - Sorrindo.
- Então você vai fazer. Quais ingredientes precisa pra fazer brigadeiro?
- Margarina, leite condensado e nescau.
- Ok. Minha namorada é perfeita... Meu Deus!
Eu estava virada para o fogão mexendo na panela de pipoca, quando senti o corpo do Justin colando no meu. Sim, Justin tinha me abraçado! Ele apoiou seu queixo no meu ombro e ficou ali me olhando movimentar aquela panela.
- Eu te amo.
Meu corpo automaticamente gelou por inteiro, meu coração batia cada vez mais forte, minhas mãos soavam tanto que quase pingavam. Nunca senti isso antes! Meu Deus, o que está acontecendo comigo? Estou fora de mim. A minha vontade era virar de frente pra ele e dar um beijo, daqueles na qual eu queria a 3 anos!
- Repete, por favor?
- Eu te amo. - Deu uma pausa - Muito!!!
Eu não conseguia mover aquela panela. Desliguei o fogo e me virei de frente pra ele exatamente do jeito que eu queria. Ele me pegou no colo e me colou em cima da bancada da cozinha olhando nos meus olhos, sem desviar um minuto sequer. E completei...
- Eu também te amo muito! - Disse meio insegura. Afinal, ele tinha perdido a memória... Com certeza estava falando sem pensar.
Justin foi se aproximando cada vez mais de mim, seus olhos sempre fixados nos meus, sua boca a cada segundo mais perto, quando o vi fechando os olhos. Pronto, se a minha intenção era desistir daquele beijo para não criar esperança, era tarde demais.
Fechei meus olhos e senti os lábios de Justin roçando os meus. Logo Justin pediu passagem com a sua língua para um beijo de verdade, e eu sem exitar, o liberei. Ele me beijava calmo, com vontade e enquanto o beijo esquentava cada vez mais, Justin passava a mão da minha cintura até minha nuca.
O arrepio mais uma vez, tomou conta de mim. Ninguém nunca ensinou para esse garoto que não pode pegar na nuca de uma mulher? Uma das mãos de Justin massageava a minha coxa a apertando cada vez mais forte, enquanto a outra apertava meus cabelos me deixando ainda mais louca por ele.
Já havia beijado outros garotos, mas esse beijo com certeza foi o melhor de toda a minha vida. Ele sabe como cuidar de uma mulher, aliás, ele sabe como enlouquecer uma mulher!
Dei um leve empurrãozinho em seu peito e desci da bancada ainda o beijando, e o clima estava cada vez mais quente, eu não aguentava tudo aquilo. Parei o beijo e fiquei olhando fixo pra ele, foi quando ele soltou aquele sorriso encantador dele.
- Que horas são?
Olhei para o relógio e respondi.
- 21h45.
- Quinze para as dez? hmmm, vem cá.
Me pegou pela mão e começou a me puxar. Subiu as escadas e eu, completamente sem entender nada...
- Onde vamos?
- Você vai ver...
- Mas e as coisas? Tenho que terminar de fazer a pipoca e o brigadeiro pra você!
- Deixa isso pra lá... - Antes de terminar a frase, entramos no quarto dele e ele fechou a porta. - Agora é só nós dois!
Lembrei do que minha mãe havia me falado, sobre ter juízo e etc, mas Justin me olhou com uma cara de safado e veio pra cima de mim igual a um leão. Eu teria que ser forte, mas se passasse do meu limite, eu não aguentaria.