Perdendo a memória.
Acordei era umas 5h30, tomei meu banho, me troquei e fui pra escola. Hoje, de fato, mais arrumada.. Pelo fato de Justin já saber da minha existência. Só ainda não entendi porque ele foi parar na minha casa, mas ok, um dia descubro. Pior que esqueci de perguntar pra minha mãe, com certeza ela saberia...
Cheguei na escola, bateu o sinal e eu e a Lari entramos pra sala. Lógico que eu contei TUDO pra ela, detalhe por detalhe. Ela quase morreu quando eu contei, queria me matar, que sou muito sortuda e tudo mais.
Chegou o intervalo, sentei no meu cantinho de sempre que dava pra ver o lindo do Justin perfeitamente. Coloquei um fone e a Lari colocou o outro e ficamos ouvindo música e fitando cada movimento daquele príncipe sem coroa.
Bateu o sinal e subimos pra sala. Durante a aula a professora pediu pra eu descer até a coordenação para pegar giz pra ela, pois o dela tinha acabado. Ok, como boa aluna, fiz o que me pediu.
Peguei o giz e com as mãos com vários dele, comecei a subir as escadas olhando pro chão. De repente esbarro em uma pessoa me fazendo deixar cair todos os giz da minha mão. Vários dele tinham quebrado ali, a pessoa continuou andando e eu fiquei ali pegando do chão. Nem olhei pra ver quem era, fiquei xingando a pessoa mentalmente, mas deixei passar.
Quando olho pro lado, um garoto descendo correndo as escadas, pisa em um dos giz que estavam no chão e leva um tombo, rolando as escadas e batendo a cabeça na mesma. Fiquei em choque, paralisada, completamente sem saber o que fazer. Eu olhava pro lado e não tinha ninguém ao nosso redor.
Me agachei ao lado do garoto e vi que era o Justin ali... Foi aí que fiquei mais em choque ainda, poderia ser qualquer outra pessoa, mas não, tinha que ser o Justin Bieber. Que inferno, só dou mancada, que garota azarada!
- Ei.... Justin, acorde, por favor! Não me deixa entrar em desespero, acorde.. - Automaticamente comecei a chorar completamente sem controle.
Eu batia no rosto dele e ele não acordava. Meu Deus, o que foi que eu fiz? Eu poderia ter tomado um pouco mais de cuidado. Mais sem juízo ainda foi o inútil descer correndo as escadas... Poderia ter olhado pro chão não é?
- Justin, por favor... Me responde, não me deixa aqui, por favor, eu preciso de você! Abre os olhos, faz algum movimento, me dá um sinal pelo menos... Por favor, Justin!!!! - Batendo no rosto dele e chorando ainda mais cada segundo que passava.
Eu tinha que tirar ele dalí, ele não poderia ficar deitado ali no chão. Mas ele é um garoto, eu não vou conseguir carregar ele até algum lugar próximo e se eu quisesse levar ele pra enfermagem, precisaria de ajuda... Pois estava longe dalí.
O único momento em que eu estava próximo da pessoa que eu amava, ela estava inconsciente por descuido meu. Eu não tinha o que fazer... Eu não poderia deixar ele ali sozinho pra ir chamar alguém, e ninguém descia aquela maldita escada pra me ajudar.
Foi ai que peguei na mão de Justin, deitei minha cabeça em sei peito pra ver se o coração batia e ouvi o mesmo bater forte. Os dedos dele começaram a se mexer, e rapidamente olhei pra ele e o vi abrindo os olhos devagar.
- Ai, graças a Deus!!! Justin, você está bem?
- Oi? - disse meio confuso.
- Você está bem??
- Hmmm. Acho que sim, minha cabeça está doendo muito! - Tentando se levantar.
- Você acha que consegue se levantar pra eu te ajudar a ir para a enfermaria?
- Acho que sim. Mas onde estamos??
- Como assim onde estamos? Na escola, você caiu da escada e bateu a cabeça... Não se lembra?
- Não...
Pronto, agora Justin perdeu a noção do tempo e eu fui a real causadora disso tudo. Acho que nunca tive na minha vida, tanto desespero igual naquele momento. Ele estava totalmente fora de si, aposto que também não fazia ideia de quem eu era. Aliás, nunca fui nada pra ele, então não fazia diferença.
Ajudei Justin a se levantar, coloquei seu braço em volta do meu pescoço e fomos andando bem devagar pra não correr o risco de acontecer mais alguma coisa horrível. Já que era eu ali e em tudo o que toco, sempre acontece alguma coisa de ruim. Parece até que é macumba... Meu Deus!
Ele era tão cheiroso, o perfume dele era forte e ao mesmo tempo conquistador. A voz dele... Ah, a voz dele era simplesmente perfeita, meio rouca e calma ao mesmo tempo. E enquanto caminhávamos ele me fazia perguntas do tipo "que horas são?" "que lugar é esse?" "meu Deus, onde eu vim parar?" e essas coisas. Acho que estava tentando achar um jeito de tentar capitar a memória.
Chegando na enfermagem, abri a porta, coloquei ele sentado na maca e fiquei esperando a enfermeira ou qualquer nome que queira chamar. Ver ele ali, sentado na minha frente, olhando nos meus olhos com aqueles olhos sedutores castanho claro era o fim pra mim, eu definitivamente estava completamente apaixonada pelo playboyzinho da escola.
O tempo passava e nada da enfermeira chegar. Eu já estava começando a ficar estressada. O garoto perdeu a memória, alguém tinha que cuidar dele, eu não sei nada sobre cuidar de doentes... Eu estava completamente perdida!
Mais uma vez Justin ficou me olhando. Foi aí que um sorriso meu escapou, e vi que o rosto dele também se moveu a sorrir. Eram dois adolescentes dentro da enfermagem se olhando e sorrindo sem motivo um para o outro. Meio louco tudo isso não é?
E assim ele começou a fazer várias outras perguntas, mais uma vez tentando capitar a memória que teria perdido no capote, na escada. E entre essas perguntas, ele me fez a seguinte questão:
- E quem é você?
- (SN), prazer.
- Nós somos namorados?
Exatamente nesse momento eu fiquei paralisada, não sabia o que responder... Fiquei o olhando e pensando em uma resposta e mesmo pensando muito, minha boca soltou um:
- Sim.
- Puxa, minha namorada é linda.
Não estou acreditando que o Justin Bieber, que sou apaixonada faz quase 3 anos está me chamando de linda, aliás, entramos no colégio juntos, mas como ele é um ano mais velho, ficamos em salas diferentes e mesmo com todo esse tempo, não tive coragem de falar com ele. Eu sabia que em algum momento ele descobriria a verdade, mas o momento ali estava tão perfeito que eu deixei acontecer naturalmente sem querer. As palavras saíam da minha boca com uma facilidade, não me deixava pensar pra responder, eu não sabia o que estava acontecendo comigo.
De repente entra na sala uma moça com um avental branco, cabelo preso e óculos.
- O que vocês estão fazendo aqui?
Expliquei toda a situação pra ela e ela ligou para a mãe de Justin para que viesse buscar ele. Ele não poderia ficar naquelas condições na escola. Ele ia fazer o que na escola? Tinha perdido a memória.
[...]
Passou um tempo e logo Pattie chegou. Como sempre, toda linda. Cabelo soltos lisos, e os olhos sempre brilhando parecendo duas bolinhas de gude. Ela parecia tensa, e lógico que estaria.. Ai meu Deus, o que eu to falando? Cala boca (SN), para de conversar com você mesma, que ridículo, ta parecendo louca.
- Meu Deus o que aconteceu? - Toda preocupada. Foi aí que ela me viu. - (SN)? O que você ta fazendo aqui? O que você fez filho??
- Calma, podemos conversar lá fora um instante? - Disse a enfermeira.
Nossa, imagino o desespero da Pattie. Ela vai querer me matar quando souber, foi tudo culpa minha! Olha só, que lindo... Minha 'sogra' querendo me matar por eu ter quase matado o filho dela. Eu estava completamente ferrada! Meu coração batia forte, minhas mãos soavam e a minha expressão facial não era de se esconder meu medo.
Pattie entrou na sala, olhou pra mim e disse.
- Obrigada! Vamos Justin.
Meu coração gelou. Eu quem queria me matar, nunca me senti tão inútil assim. Quase saindo pela porta, virou pra mim e completou.
- Aliás (SN), não quer ir pra casa também? Acredito que você não vai conseguir estudar depois desse choque que levou...
- Não Pattie, estou bem... Obrigada! - Disse sorrindo pra ver se acalmava um pouco as coisas, mas óbvio que não adiantou muita coisa.
- Não, eu faço questão de te levar embora. Vamos... Eu assino pra te dispensarem também! Você não vai ficar na escola numa hora dessas. Você sabe qual a sala que o Justin estava?
- Sei sim... - Eu sabia de todas as aulas do Justin, eu sabia de quase tudo dele. Eu não era apaixonada, na verdade, eu era desesperada por ele kkkkkkk
- Ótimo, tem como você pegar o material dele pra mim, por favor?? - E tem como dizer não pra ela?
- Lógico...
- Já aproveita, passa na sua sala e pega o seu também.
- Ok Pattie, obrigada!
Virei as coisas e saí. Subi na sala do Justin... Já comentei que sou tímida? Lógico que já. E como eu falaria pro professor me deixar entrar na sala dele, atrapalhar a aula dele pra pegar o material do menino mais desejado da escola? Os amigos dele iam me matar por olhares. Dito e feito.
~Toc Toc~
- Pois não?
- Eu preciso pegar o material do Justin, ele vai embora. A mãe dele está pedindo!
- Ah, ok... Pode entrar!
Entrei e todo mundo ficou me encarando. Uma pessoa em cada canto da sala gritava:
- O que acontecendo com o Kidrauhl?
- Porque ele vai embora?
- Porque você quem veio pegar o material dele? ele não podia?
E várias outras perguntas. Eu estava completamente paralisada mais uma vez, não respondi ninguém. Entrei muda e saí calada. Acredito eu que o pessoal da sala do Justin estava me achando a maior mau educada, mas não... Era vergonha mesmo!
Fui pra minha sala, peguei meu material e desci. Pattie estava me esperando no carro já e por algum motivo, Justin estava no banco de trás, sorrindo pra mim.
Cheguei na escola, bateu o sinal e eu e a Lari entramos pra sala. Lógico que eu contei TUDO pra ela, detalhe por detalhe. Ela quase morreu quando eu contei, queria me matar, que sou muito sortuda e tudo mais.
Chegou o intervalo, sentei no meu cantinho de sempre que dava pra ver o lindo do Justin perfeitamente. Coloquei um fone e a Lari colocou o outro e ficamos ouvindo música e fitando cada movimento daquele príncipe sem coroa.
Bateu o sinal e subimos pra sala. Durante a aula a professora pediu pra eu descer até a coordenação para pegar giz pra ela, pois o dela tinha acabado. Ok, como boa aluna, fiz o que me pediu.
Peguei o giz e com as mãos com vários dele, comecei a subir as escadas olhando pro chão. De repente esbarro em uma pessoa me fazendo deixar cair todos os giz da minha mão. Vários dele tinham quebrado ali, a pessoa continuou andando e eu fiquei ali pegando do chão. Nem olhei pra ver quem era, fiquei xingando a pessoa mentalmente, mas deixei passar.
Quando olho pro lado, um garoto descendo correndo as escadas, pisa em um dos giz que estavam no chão e leva um tombo, rolando as escadas e batendo a cabeça na mesma. Fiquei em choque, paralisada, completamente sem saber o que fazer. Eu olhava pro lado e não tinha ninguém ao nosso redor.
Me agachei ao lado do garoto e vi que era o Justin ali... Foi aí que fiquei mais em choque ainda, poderia ser qualquer outra pessoa, mas não, tinha que ser o Justin Bieber. Que inferno, só dou mancada, que garota azarada!
- Ei.... Justin, acorde, por favor! Não me deixa entrar em desespero, acorde.. - Automaticamente comecei a chorar completamente sem controle.
Eu batia no rosto dele e ele não acordava. Meu Deus, o que foi que eu fiz? Eu poderia ter tomado um pouco mais de cuidado. Mais sem juízo ainda foi o inútil descer correndo as escadas... Poderia ter olhado pro chão não é?
- Justin, por favor... Me responde, não me deixa aqui, por favor, eu preciso de você! Abre os olhos, faz algum movimento, me dá um sinal pelo menos... Por favor, Justin!!!! - Batendo no rosto dele e chorando ainda mais cada segundo que passava.
Eu tinha que tirar ele dalí, ele não poderia ficar deitado ali no chão. Mas ele é um garoto, eu não vou conseguir carregar ele até algum lugar próximo e se eu quisesse levar ele pra enfermagem, precisaria de ajuda... Pois estava longe dalí.
O único momento em que eu estava próximo da pessoa que eu amava, ela estava inconsciente por descuido meu. Eu não tinha o que fazer... Eu não poderia deixar ele ali sozinho pra ir chamar alguém, e ninguém descia aquela maldita escada pra me ajudar.
Foi ai que peguei na mão de Justin, deitei minha cabeça em sei peito pra ver se o coração batia e ouvi o mesmo bater forte. Os dedos dele começaram a se mexer, e rapidamente olhei pra ele e o vi abrindo os olhos devagar.
- Ai, graças a Deus!!! Justin, você está bem?
- Oi? - disse meio confuso.
- Você está bem??
- Hmmm. Acho que sim, minha cabeça está doendo muito! - Tentando se levantar.
- Você acha que consegue se levantar pra eu te ajudar a ir para a enfermaria?
- Acho que sim. Mas onde estamos??
- Como assim onde estamos? Na escola, você caiu da escada e bateu a cabeça... Não se lembra?
- Não...
Pronto, agora Justin perdeu a noção do tempo e eu fui a real causadora disso tudo. Acho que nunca tive na minha vida, tanto desespero igual naquele momento. Ele estava totalmente fora de si, aposto que também não fazia ideia de quem eu era. Aliás, nunca fui nada pra ele, então não fazia diferença.
Ajudei Justin a se levantar, coloquei seu braço em volta do meu pescoço e fomos andando bem devagar pra não correr o risco de acontecer mais alguma coisa horrível. Já que era eu ali e em tudo o que toco, sempre acontece alguma coisa de ruim. Parece até que é macumba... Meu Deus!
Ele era tão cheiroso, o perfume dele era forte e ao mesmo tempo conquistador. A voz dele... Ah, a voz dele era simplesmente perfeita, meio rouca e calma ao mesmo tempo. E enquanto caminhávamos ele me fazia perguntas do tipo "que horas são?" "que lugar é esse?" "meu Deus, onde eu vim parar?" e essas coisas. Acho que estava tentando achar um jeito de tentar capitar a memória.
Chegando na enfermagem, abri a porta, coloquei ele sentado na maca e fiquei esperando a enfermeira ou qualquer nome que queira chamar. Ver ele ali, sentado na minha frente, olhando nos meus olhos com aqueles olhos sedutores castanho claro era o fim pra mim, eu definitivamente estava completamente apaixonada pelo playboyzinho da escola.
O tempo passava e nada da enfermeira chegar. Eu já estava começando a ficar estressada. O garoto perdeu a memória, alguém tinha que cuidar dele, eu não sei nada sobre cuidar de doentes... Eu estava completamente perdida!
Mais uma vez Justin ficou me olhando. Foi aí que um sorriso meu escapou, e vi que o rosto dele também se moveu a sorrir. Eram dois adolescentes dentro da enfermagem se olhando e sorrindo sem motivo um para o outro. Meio louco tudo isso não é?
E assim ele começou a fazer várias outras perguntas, mais uma vez tentando capitar a memória que teria perdido no capote, na escada. E entre essas perguntas, ele me fez a seguinte questão:
- E quem é você?
- (SN), prazer.
- Nós somos namorados?
Exatamente nesse momento eu fiquei paralisada, não sabia o que responder... Fiquei o olhando e pensando em uma resposta e mesmo pensando muito, minha boca soltou um:
- Sim.
- Puxa, minha namorada é linda.
Não estou acreditando que o Justin Bieber, que sou apaixonada faz quase 3 anos está me chamando de linda, aliás, entramos no colégio juntos, mas como ele é um ano mais velho, ficamos em salas diferentes e mesmo com todo esse tempo, não tive coragem de falar com ele. Eu sabia que em algum momento ele descobriria a verdade, mas o momento ali estava tão perfeito que eu deixei acontecer naturalmente sem querer. As palavras saíam da minha boca com uma facilidade, não me deixava pensar pra responder, eu não sabia o que estava acontecendo comigo.
De repente entra na sala uma moça com um avental branco, cabelo preso e óculos.
- O que vocês estão fazendo aqui?
Expliquei toda a situação pra ela e ela ligou para a mãe de Justin para que viesse buscar ele. Ele não poderia ficar naquelas condições na escola. Ele ia fazer o que na escola? Tinha perdido a memória.
[...]
Passou um tempo e logo Pattie chegou. Como sempre, toda linda. Cabelo soltos lisos, e os olhos sempre brilhando parecendo duas bolinhas de gude. Ela parecia tensa, e lógico que estaria.. Ai meu Deus, o que eu to falando? Cala boca (SN), para de conversar com você mesma, que ridículo, ta parecendo louca.
- Meu Deus o que aconteceu? - Toda preocupada. Foi aí que ela me viu. - (SN)? O que você ta fazendo aqui? O que você fez filho??
- Calma, podemos conversar lá fora um instante? - Disse a enfermeira.
Nossa, imagino o desespero da Pattie. Ela vai querer me matar quando souber, foi tudo culpa minha! Olha só, que lindo... Minha 'sogra' querendo me matar por eu ter quase matado o filho dela. Eu estava completamente ferrada! Meu coração batia forte, minhas mãos soavam e a minha expressão facial não era de se esconder meu medo.
Pattie entrou na sala, olhou pra mim e disse.
- Obrigada! Vamos Justin.
Meu coração gelou. Eu quem queria me matar, nunca me senti tão inútil assim. Quase saindo pela porta, virou pra mim e completou.
- Aliás (SN), não quer ir pra casa também? Acredito que você não vai conseguir estudar depois desse choque que levou...
- Não Pattie, estou bem... Obrigada! - Disse sorrindo pra ver se acalmava um pouco as coisas, mas óbvio que não adiantou muita coisa.
- Não, eu faço questão de te levar embora. Vamos... Eu assino pra te dispensarem também! Você não vai ficar na escola numa hora dessas. Você sabe qual a sala que o Justin estava?
- Sei sim... - Eu sabia de todas as aulas do Justin, eu sabia de quase tudo dele. Eu não era apaixonada, na verdade, eu era desesperada por ele kkkkkkk
- Ótimo, tem como você pegar o material dele pra mim, por favor?? - E tem como dizer não pra ela?
- Lógico...
- Já aproveita, passa na sua sala e pega o seu também.
- Ok Pattie, obrigada!
Virei as coisas e saí. Subi na sala do Justin... Já comentei que sou tímida? Lógico que já. E como eu falaria pro professor me deixar entrar na sala dele, atrapalhar a aula dele pra pegar o material do menino mais desejado da escola? Os amigos dele iam me matar por olhares. Dito e feito.
~Toc Toc~
- Pois não?
- Eu preciso pegar o material do Justin, ele vai embora. A mãe dele está pedindo!
- Ah, ok... Pode entrar!
Entrei e todo mundo ficou me encarando. Uma pessoa em cada canto da sala gritava:
- O que acontecendo com o Kidrauhl?
- Porque ele vai embora?
- Porque você quem veio pegar o material dele? ele não podia?
E várias outras perguntas. Eu estava completamente paralisada mais uma vez, não respondi ninguém. Entrei muda e saí calada. Acredito eu que o pessoal da sala do Justin estava me achando a maior mau educada, mas não... Era vergonha mesmo!
Fui pra minha sala, peguei meu material e desci. Pattie estava me esperando no carro já e por algum motivo, Justin estava no banco de trás, sorrindo pra mim.
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